Cuidado! Na escada dá eco - Pt. 2
Conto Erótico II
“Cuidado! Na escada dá eco – Parte II”
Caso não tenha lido a primeira parte, é aconselhável que faça, pois essa é uma continuação direta da história e seus desdobramentos.
Obrigado e boa leitura!
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Um ano depois, já com meus 18 anos recém completos e definitivamente fora da igreja, me engracei com uma menina que havia conhecido em um retiro de jovens.
Na época, eu estava de namorinho com uma novinha que tinha 17 anos, que por mais que tivesse investido tempo (conquistei-a escrevendo 3 cartas, de próprio punho, mas isso é outra história), não estávamos na mesma página dos desejos: eu queria putaria, ela achar o grande amor da vida.
Coincidentemente, ao mesmo tempo que vivia esse romance juvenil no meu bairro, na igreja a menina do retiro começou a me perturbar a ideia – ela era magrinha da barriga negativa, bunda pronunciada e proporcional ao seu tamanho de 1,70: primeiro começou a roçar a bunda em mim; pedindo abraço em situações aleatórias, para ficar encostando os peitos durinhos em mim, falando baixo no ouvido – quase gemendo.
Eu resistia, pois sempre fui respeitoso e, por mais que o relacionamento não estivesse legal, não iria trair a namoradinha.
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Vendo que não estava dando certo ser sutil, ela tentou uma aproximação mais ousada, mais incisiva.
Quando nos encontrávamos em algum lugar, desviava de propósito o assunto para o sexo para, logo em seguida, dizer que eu “não aguentaria fazer isso ou aquilo”, “que não tinha coragem porque ela era muita coisa e eu seria fraco demais para ela”...
Em outra oportunidade, depois que eu já havia terminado com a namoradinha, deixei ela falando várias coisas, um dia inteiro, apenas para testar até onde ela ia. Xingava, se esfregava, insinuava coisas escritas no papel e todo o tipo mais de provocação que poderia acontecer ela praticou....
... e eu precisava dar um basta!
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Fui na livraria do pai dela, onde ela trabalhava, esperei o turno acabar e saímos para nos pegar – sem rodeios: eu só queria meter o pau.
Saímos de lá diretamente para a casa dela que ficava na mesma rua, pois a mãe havia saído, e encontramos os irmãos, que estavam na sala, por isso, arrastei ela para fora para começarmos a dar uns amasso forte. Era quase noite, por volta das 18, enquanto nos beijávamos encostados na lateral de um carro velho que pertencia ao avô – que morava na casa debaixo. Ela batia uma punheta para mim e quando tentei descer para começar a estimular também suas partes, percebi que ficou desconfortável e ela desanimou um pouco: estava menstruada.
Para não desperdiçar o pau duro e a vontade que ambos estavam, ela tomou a iniciativa, e se ajoelhou para me mamar.
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Vários encontros aconteceram, várias putarias em locais públicos e muito tesão acumulado depois, chego no grande dia, mas antes, um contexto:
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Ficamos na putaria, eu e a “crente do rabo quente” (e gostoso) durante um tempo, porém, eu estava precisava de um tempo para mim, não queria só aquilo, queria algo mais e, para isso, fui até a casa dela terminar. Chegando lá, nós conversamos e eu disse que gostaria de parar de ficar com ela porque queria seguir a vida em outras coisas e não poderia estar com ela, no que fui respondido por uma sequência chorosa de “não me largue” e “por favor, é o meu pior momento da vida, não faça isso comigo”.
Sempre fui coração mole, então resolvi que iria ser um apoio, um ombro amigo, mas que também não deixaria de aproveitar minha vida e que ela fizesse o mesmo, porque “nós dois juntos não vai rolar”.
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Retomando:
Uns três dias depois dessa conversa mais séria que tivemos sobre a relação não ter futuro e nem continuar, a crentinha me aparece de surpresa na casa dos avós de um amigo que morava no mesmo prédio que eu, na maldade: de mini saia, tamanquinho melissa e um top que valorizava – e muito! – Seus grandes seios, com os biquinhos marcando o tecido branco, bem de leve.
Imediatamente, dei tchau para meu amigo e saímos de lá. Minha mente estava muito acelerada, porque eu sabia que ela estava ali na maldade, sabia que ela queria muito fazer alguma coisa, porém, com minha mãe e irmão em casa não poderia levar ela para lá.
Puxei ela pela mão e carreguei para escada afinal, se já funcionou uma vez, porque não duas?
Chegando, ouvimos a zeladora do prédio trabalhando, limpando as escadas e cantando louvor, o que me lembrou imediatamente da lição mais importante da minha vida: se estiver na escada de incêndio, por favor, não faça barulho!
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Levei ela para a sala de máquinas – quase um santuário pessoal para minha mente pervertida, acima do último andar, onde ninguém poderia nos achar e começamos a nos beijar e a tirar a roupa, com a adrenalina nas alturas.
Ela, muito certa do que queria, logo se abaixou, pegou meu pau e começou a engolir, chupando as bolas e voltando para passar e bater com ele na cara.
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Ao ouvirmos o som da música parar e a vassoura para de correr, um frio na barriga subiu minha espinha, porém, ela não se incomodou e continuou, só que mais devagar, apreciando aquele momento de perigo.
Eu não era nenhum santo, mas também não estava esperando isso em uma quinta-feira despretensiosa qualquer, fui tomado pela mesma ansiedade que me percorreu lá atrás, mas por outro motivo: eu tenho alguma camisinha? Não deixando isso me abalar, voltei minha mente para o que estava acontecendo e levantei ela do chão, a colocando em pé. Para ficar mais confortável, apoiei uma das pernas dela na escada que levava para o telhado e comecei a me deliciar ali, no que eu mais queria e ansiava, para sentir ela pulsar e vibrar. Seu gemido baixo possuía um ritmo forte, ansioso e isso me deixava em êxtase, com mais vontade
Era uma cena muito inusitada: eu e ela nos segurando para não gritarmos de tesão, a zeladora louvando como se o céu fosse se abrir e ela ser arrebatada, e a vassoura raspando em cada degrau com seu próprio ritmo.
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Sentei no chão, na escada e ela veio por cima, sentando com as pernas abraçando minha cintura, controlando os movimentos que fazia, provocava roçando seu grelo em meu membro duro, para então começar a passar só a pontinha da cabeça para dentro – até me engolir como de assalto. Lembro-me da primeira vez que senti a sensação de uma boceta quente abraçando meu pau e engolindo ele todo: “puta merda, que delícia! ”.
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Foi bem rápido, duas pedaladas e soltei a corrente – as escadas possuem esse poder devorador ou eu que era inexperiente demais?
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Na hora de gozar, tirei ela de cima rapidamente e deixei tudo nos degraus verdes, marcando meu território.
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Até hoje, se você for na sala de máquinas do edifício, encontrará marcas de uma aventura tórrida de um menino que só queria um lugar para transar.
Melhor foi o porteiro, que acompanhou algumas movimentações pela câmera do elevador..., mas aí é história para outro momento....
Posted Apr 15, 2025, 7:38 PM UTC