Desumanizar oponentes políticos é um convite à guerra civil
Quando o portal O Globo ou o Metrópoles (perceba que nem as mídias tradicionais mais progressistas dos EUA tiveram o mesmo culhão, já pensando em evitar o escalonamento em massa da violência) anunciam uma notícia como "influenciador de extrema direita é morto baleado...", há um objetivo não tão implícito de justificar ou pelo menos levar o público a crer que a morte é justificada ou positiva para a sociedade.
E isso seria uma opinião um pouco menos controversa se o tal "ativista de extrema direita" fosse realmente extremo - do porte de um autoproclamado fascista, nazista ou supremacista. Porém, não é o caso. Charlie Kirk é mais moderado que Trump. Era conhecido, ironicamente, por promover o debate cordial e pacífico em locais públicos com estudantes em universidades ou em plataformas do YouTube. Quando se vê que nem Charlie Kirk escapa da tentativa de justificar violência e assassinato, o eleitorado inteiro de Trump (quase 50% da população) deixou de ser um oponente democrático, e passou a ser um inimigo declarado. Como se lida com 50% da população que vê sua morte com bons olhos? A resposta para muitos está no título do post.
Posted Sep 11, 2025, 4:50 PM UTC