Eu só gozo com macho casado

NSFWSexo casual

Tenho 22 anos e descobri meu vício mais perturbador há pouco tempo: homens casados e maduros. Quanto mais idade, aliança no dedo e culpa na consciência, melhor. Não sei quando isso começou direito, mas sei que virou uma obsessão doentia.

Os garotos da minha idade são um lixo. Metem rápido, gozam e viram pro lado. Nenhuma preliminar, nenhum carinho, nenhuma técnica. Só sabem esfregar o pau como se buceta fosse lixa. Cansei de fingir orgasmo pra ego de moleque que mal sabe onde fica o clitóris.

Foi num evento da faculdade que mudou tudo. Ele tinha uns cinquenta e poucos anos. Casado há mais de vinte. Aliança dourada bem marcada no dedo. Olhava pra mim com aquele desejo culpado, tentando disfarçar mas falhando miseravelmente.

Eu provoquei. Usei um vestido curto, decote generoso. Encostei nele "sem querer" várias vezes. Ri das piadas sem graça dele. Deixei claro que estava interessada. E ele mordeu a isca.

Marcamos num motel vagabundo na saída da cidade. Longe o suficiente pra ninguém conhecer. Ele chegou nervoso, olhando pro celular a cada cinco minutos. Mensagens da esposa provavelmente.

Quando entramos no quarto, ele não perdeu tempo. Mas não foi aquela pressa desesperada dos novinhos. Foi uma urgência controlada. Ele me encostou na parede, segurou meu rosto com as duas mãos e me beijou. Um beijo profundo, faminto, de quem sabe exatamente o que está fazendo.

As mãos dele exploraram meu corpo com uma precisão cirúrgica. Não eram toques aleatórios. Eram calculados. Ele apertou minha bunda, subiu pelas costas, contornou a cintura. Quando chegou nos meus peitos, massageou por cima do vestido antes de arrancar com um puxão só.

Caí de joelhos sem que ele pedisse. Queria provar aquele pau de homem casado. Abri a calça dele, puxei o pau pra fora. Grosso, venoso, com cheiro de sabonete e suor. Coloquei na boca e ele gemeu baixo, segurando meu cabelo.

"Caralho, menina... que boca gostosa..."

Chupei ele com vontade. Usei a língua, as mãos, engoli fundo. Ele controlava o ritmo, fodendo minha boca sem pressa. Não era pra gozar rápido. Era pra aproveitar.

Depois de uns cinco minutos, ele me puxou pelos cabelos. "Levanta. Quero comer essa buceta."

Me jogou na cama. Arrancou minha calcinha. Abriu minhas pernas. E foi direto de boca.

Puta que pariu.

Nunca ninguém tinha chupado minha buceta daquele jeito. Ele usava a língua inteira. Lambia dos lábios até o clitóris. Chupava, mordia de leve, enfiava a língua fundo. Eu gemia alto, puxava o cabelo dele, rebolava na cara dele.

"Isso, geme pra mim, putinha... Fica molhadinha..."

Ele enfiou dois dedos enquanto chupava meu clitóris. Fez aquele movimento de "vem cá" lá dentro, massageando um ponto que eu nem sabia que existia. Gozei em menos de três minutos. Gritei, tremi, quase arranquei os lençóis.

E ele não parou. Continuou chupando, continuou dedando, me fazendo gozar de novo. E de novo.

Quando finalmente parou, levantou o rosto todo melecado. "Agora sim. Agora você tá pronta."

Pegou a camisinha na carteira. Colocou com uma calma irritante. Eu já estava desesperada, querendo aquele pau dentro de mim.

Ele posicionou na entrada da minha buceta. Esfregou a cabeça do pau nos meus lábios, no clitóris, provocando. Eu implorava. "Mete, por favor... mete logo..."

"Com calma, putinha. Vou te ensinar como um homem de verdade fode."

Enfiou devagar. Centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada milímetro daquele pau entrando. Quando enfiou tudo, ficou parado. Me olhando nos olhos.

"Sente isso. Sente meu pau bem fundo na sua buceta."

Comecei a rebolar. Queria que ele se mexesse. Mas ele segurou minha cintura, me imobilizando.

"Quieta. Eu que mando aqui."

E começou a meter. Devagar primeiro. Estocadas longas, profundas. Puxava quase tudo pra fora e enfiava tudo de novo. Eu gemia, arranhava as costas dele, mordia o pescoço.

Ele aumentou o ritmo. Colocou minhas pernas nos ombros dele. O ângulo mudou. O pau batia num lugar que me fazia ver estrelas.

"Goza pra mim, puta... Goza no pau do tio..."

Gozei. Forte. Gritando. Tremendo inteira.

E ele continuou metendo. Não parou. Virou eu de bruços. Levantou minha bunda. E enfiou de novo.

A posição era diferente. Mais profunda. Ele segurava minha cintura com força, socando sem dó. O barulho da carne batendo ecoava no quarto. Eu só gemia, enterrando o rosto no travesseiro.

Ele cuspiu no dedo e passou no meu cu. Assustei. "Não... aí não..."

"Relaxa. Só vou brincar."

Continuou metendo na buceta enquanto massageava meu cu com o dedo. A sensação era estranha, mas excitante. Ele pressionava de leve, sem forçar.

"Um dia você vai me dar esse cuzinho. E eu vou te fazer gozar como nunca."

A promessa me fez gozar de novo. Meu corpo inteiro sacudiu. Ele sentiu, acelerou o ritmo e gozou também, gemendo alto.

Ficamos deitados depois, suados, ofegantes. Ele olhou pro celular. Cinco mensagens da esposa.

"Preciso ir."

Levantou, tomou banho rápido, se vestiu. Antes de sair, me beijou. "Semana que vem?"

"Semana que vem."

E assim começou meu vício. A cada semana, um homem casado diferente. Sempre mais velhos. Sempre com aliança. Sempre com culpa na consciência e fome reprimida no corpo.

Descobri que homens casados são os melhores. Eles sabem o que estão fazendo. Conhecem o corpo feminino. Se importam com o prazer da parceira. E o fato de estarem traindo as esposas... isso me excita ainda mais.

Sou a amante. A novinha que eles fodem escondido. O segredo sujo que carregam. E adoro cada segundo disso.

Já perdi a conta de quantos foram. Mas cada um me ensinou algo. Um me ensinou a gozar só com oral. Outro me fez ter múltiplos orgasmos. Outro me comeu num estacionamento público, com risco de alguém ver.

O mais transgressor foi quando fodi com dois ao mesmo tempo. Pai e filho. Ambos casados. Ambos com mais de quarenta. Nos encontramos num apartamento alugado.

Comecei chupando os dois. Alternava. Um pau na boca, outro na mão. Eles gemiam, se olhavam com uma cumplicidade doentia.

Depois me revezaram. Enquanto um comia minha buceta, o outro fodia minha boca. Trocavam de posição. Me usavam como brinquedo.

No final, gozaram em mim. Um na minha cara. Outro nas minhas costas. Fiquei ali, coberta de porra de pai e filho.

Saí daquele apartamento sentindo-me completa. Realizada. Suja do jeito certo.

Agora procuro ativamente. Frequento lugares onde homens maduros vão. Bares de hotel. Eventos corporativos. Sempre de olho nas alianças.

Quando identifico um, faço meu jogo. Olhares, sorrisos, toques "acidentais". Deixo meu número discretamente. E espero.

Eles sempre ligam. A tentação é grande demais. Uma novinha gostosa oferecendo o que a esposa já não oferece há anos.

E quando nos encontramos, dou tudo. Faço coisas que eles só viram em pornô. Chupa como se fosse a última vez. Rebolo como profissional. Gemo alto, falo putaria, deixo eles gozarem onde quiserem.

Sou a fantasia deles. A amante perfeita. Sem cobranças, sem sentimentos, só tesão.

E eles são meu vício. Minha droga. Minha perdição.

Não pretendo parar. Vou continuar sendo a putinha dos homens casados. A destruidora de lares. A outra.

Porque no fundo, é isso que me faz gozar. Não é só o sexo. É o proibido. O errado. O pecado.

E pecado nunca foi tão gostoso.

Posted Nov 5, 2025, 11:46 PM UTC

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