A Vizinha da Janela de Frente (Parte 3)

NSFWDominação

Essa é a continuação da segunda parte que se você não leu, está aqui:

https://www.reddit.com/r/ContosEroticos/s/wAZ1iW5ARx

Desculpem pela demora, queria que ficasse bem escrito e chegou a ficar um pouco longo também, por isso a demora. Espero que gostem :)

Como eu tinha falado, conversamos bastante naquele dia, sobre um monte de coisa e principalmente putaria. Falei sobre o quanto a achava gostosa, e ela falou do quanto gostava de se exibir para mim. Ela confessou que sempre tinha vergonha de eu achar ela uma safada e que às vezes fazia de propósito só para ver a minha reação. Mas ela claramente também não era nenhuma santa: também ficava na espreita, vendo se me flagrava de algum jeito. Ela riu, falando que já tinha e visto pelado muitas vezes, e é verdade, quando eu voltava do banheiro, sempre esquecia a cortina aberta.

No dia seguinte, continuamos enviando mensagens um para o outro. Ela ficou em casa o dia todo, mas eu tive que sair para o meu curso. Mesmo assim, ela adorou ficar me instigando. Conversamos sobre putaria, e ela chegou a dizer que queria que eu chegasse logo para poder ver meu pau de novo. Falei que estava louco para ver ela pelada também. Não aguentei e fui no banheiro do curso mandar uma foto para ela do meu pau, que já estava um pouco duro depois da nossa conversa. Ela me retribuiu mandando uma foto de pijama, mostrando o decote e as pernas, com o shortinho minúsculo quase a engolindo. Aquilo me deixou louco; cheguei a me aliviar um pouco sem gozar no banheiro antes de voltar para a aula.

Quando cheguei em casa, vi ela com o mesmo pijama que havia me mandado na foto. Mandei uma mensagem, e a notificação fez ela me notar olhando pela janela. Ela estava sentada na cadeira, usando um headset e jogando, provavelmente LoL, que eu sabia que ela gostava. Ela parecia focada demais no jogo, enquanto eu já estava com o tesão acumulado de passar o dia inteiro pensando nela. Eu estava adorando nossas brincadeiras por mensagens, mas queria mais. Troquei de roupa e fui até a casa dela sem nem avisar.

Apertei a campainha, e a mãe dela veio me atender, surpresa. Ela me deixou entrar, agradecendo por eu ter feito o serviço no notebook da filha dela. Eu dei uma desculpa, dizendo que a Carol tinha me chamado porque o aparelho tinha dado problema de novo, e a mãe deixou eu subir as escadas e ir até o quarto dela enquanto voltava para a sala para ver uma novela. Bati na porta do quarto dela e esperei uns segundos. Ela nem me respondeu, provavelmente focada demais na partida. Então, abri a porta...

Assim, ela notou minha presença. Percebi o susto que ela tomou enquanto dava alguma instrução para os amigos que estavam jogando com ela. Fechei a porta atrás de mim, meio deslocado. Ela estava bem focada no jogo, até que mutou o microfone para falar comigo.

— O que você está fazendo aqui? — ela perguntou, rindo, mas ainda olhando para a tela do notebook.

Eu ri também, tentando pensar no que falar. O tesão que me arrastou até ali me deixou um pouco sem jeito.

— Falei para a sua mãe que tinha que ver uma coisa no notebook...

— Ah, é?

Me aproximei. Ela dividia a atenção entre mim e o jogo. Quando olhei para ela de pijama, meu volume no short já estava começando a crescer. Cheguei do lado dela. Ela então, por um segundo, olhou para a minha mão que tinha parado no ombro dela, depois para o meu volume, que estava na altura do rosto dela.

— Você disse que estava doida para ver ele de novo, lembra? Pensei em te mostrar de mais perto.

Ela olhou para o meu volume e vi a excitação nos olhos dela. Ela ainda estava no jogo, mas estava parada, só olhando para mim. Eu passei a mão no meu próprio volume, que já estava bem perto dela, balançando no meu short, e vi ela mordendo os lábios.

Até que ela voltou a olhar para o notebook, desmutou e gritou:

— CALMA, PORRA! Eu tô aqui ainda.

Eu estava olhando para o decote dela há muito tempo e via o bico dos peitos dela bem durinhos. Eu estava com tanto tesão que não me aguentei. Passei a mão por debaixo da camisa dela e comecei a acariciar os seios dela. Ela olhou para mim. Eu não me preocupei com a reação dela; depois da nossa conversa por mensagens, vi que ela era uma verdadeira safada. Ela ficou mordendo os lábios e olhando para mim como quem aprovasse o que eu estava fazendo. Ela olhou para o meu volume e viu o quanto estava ficando mais duro enquanto eu apertava os peitos dela. No meio tempo, alguém dos amigos dela reclamava.

Ela olhou para o meu volume e falou:

— Deixa eu ver. — Ela fez uma cara de manhosa, como quem implorava para ver meu pau.

Eu abaixei meu short junto com a cueca devagar, revelando cada centímetro do meu pau para ela. Via o quanto isso estava deixando ela maluca, até eu puxar a cueca até a cabeça do meu pau e meu membro saltar na frente dela. Ela olhou com os olhos arregalados, nervosa. Ela parecia fazer um movimento de que ia desligar o notebook, mas impedi. Ver ela jogando e tendo que falar enquanto via meu pau e eu "brincava" com ela estava me deixando maluco.

Ela respondeu mais uma vez na call, falando alguma instrução para o time dela. Enquanto isso, eu abaixava a cadeira de escritório dela, deixando a cabeça dela na direção do meu pau. Eu encostei ele no rosto dela e dei várias batidas. Ela olhava com uma cara de safada para mim e só me deixava com mais tesão. Ela então abriu a boca e se virou para encaixá-la no meu pau. Ela parecia estar com fome, parecia que precisava do meu pau na boca dela.

Ela ficou olhando para a tela do notebook, com uma mão no mouse e outra no teclado e começou a me chupar com muita vontade. Eu fiquei maluco. Eu segurei ela pelo cabelo, e nem precisava guiar; ela estava com tanta vontade de sugar meu pau que me mamava sem parar enquanto jogava. Ela foi chupando, sentindo meu pau duro e grosso na boca dela, e mamava com tanta vontade que salivava no chão.

Vi ela tirando a boca do meu pau, nervosa, de olhos arregalados.

— PORRA! Não é nada, não, caralho! Eu só tô com a garganta coçando.

Ela então mutou e olhou para mim, cheia de medo do que os outros poderiam ter pensado.

— Puta que pariu, eu tinha esquecido de mutar.

Aquilo me deixou maluco de tesão, saber que os amigos dela escutaram. Ela não tinha feito tanto barulho, mas já estava se engasgando no meu pau. Eu segurei ela pelo cabelo e a fiz me chupar de novo logo depois de ela desmutar e falar mais alguma coisa. Eu queria que ela me chupasse com os amigos ouvindo e estranhando o que ela estava fazendo. Eu comecei a socar na boca dela enquanto ela tentava fazer o mínimo de barulho possível. Ela olhou nos meus olhos com cara de puta, porque eu estava fazendo de tudo para ser o mais barulhento possível. Eu segurei meu pau bem fundo na boca dela até ela engasgar. Ela soltou as duas mãos do teclado e me segurou pela coxa, olhou nos meus olhos. Eu sabia que ela não estava aguentando mais, mas segurei mais a cabeça dela. Vi ela ficando vermelha sem conseguir respirar. Quando soltei, meu pau saiu todo babado e melado. A saliva dela escorreu toda no rosto dela, e ela tossiu, se recuperando, respirando ofegante e olhando para mim.

Ela voltou a mutar e me xingou:

— Seu filho da puta!

Ela riu, e eu também, ainda olhando meu pau querendo mais.

A respiração dela ainda estava descompassada, e eu via o quanto ela estava descontrolada e excitada pelo perigo.

— Eu vou te matar — ela sibilou, mas havia mais desejo do que raiva na voz dela.

Ela se recuperou rapidamente, mas o olhar dela estava fixo no meu pau, e não mais na tela. A respiração ainda estava descompassada, e eu via o quanto ela estava descontrolada e excitada pelo perigo.

— Você disse que queria me ver pelada, lembra? — ela disse, com um sorriso de canto que era puramente safadeza.

Antes que eu pudesse responder, ela se levantou da cadeira de forma brusca, o corpo dela vindo de encontro ao meu. Ela me beijou com urgência, as mãos dela trabalhando rapidamente para puxar o shortinho e a calcinha de renda para baixo. Em segundos, os tecidos estavam no chão, e ela estava completamente nua na minha frente, exceto pela blusinha de pijama.

Eu mal tive tempo de raciocinar. Ela se afastou, virou de costas para mim. Ela se inclinou sobre a mesa onde estava o notebook, apoiando as mãos e me dando uma visão perfeita daquela bunda redonda e macia que eu já estava imaginando há horas.

— Me fode logo — ela gemeu, a voz abafada.

Eu não esperei. Meu short e cueca caíram no chão junto com os dela. Eu me aproximei por trás, senti a pele dela quente contra meu pau, e a segurei pelos quadris. Antes de penetrar, ela fez um movimento rápido, levou a mão ao teclado e desmutou o microfone.

— Tô chegando, só um minuto! — ela gritou, com a voz alterada, tentando justificar a ausência.

Ouvir a voz dela naquela call sabendo o que estava prestes a acontecer me deixou instantaneamente mais duro e selvagem. Eu agarrei a cintura dela com mais força, ajeitei a cabeça do meu pau na entrada úmida dela e, sem aviso, entrei nela com tudo.

O gemido que ela soltou foi um misto de dor e prazer, alto o suficiente para ser abafado por ela morder os lábios com força. Ela virou a cabeça de lado e me olhou, quase chorando de tanto tesão.

— Ah... — ela soltou, e imediatamente tentou disfarçar, pigarreando alto.

Eu ri baixo, e comecei a estocar devagar, observando a bunda dela balançar a cada movimento. Ela segurava a mesa com as duas mãos, olhando para a tela do notebook. Eu a penetrava no ritmo mais lento e profundo que consegui, para aumentar a tortura dela.

— Fica quieta, não faz barulho — eu sussurrei no ouvido dela, enquanto ela estava no meio de uma parte importante do jogo.

Ela soltou um gemido anasalado e tentou responder a alguma instrução do time na call:

— Calma, gente, eu... eu tô aqui... tô farmando — ela conseguiu dizer, com a voz ofegante e trêmula, enquanto eu socava fundo nela, mas ainda devagar.

A visão dela sendo fodida de quatro, tentando falar sobre farmar no LoL enquanto eu a arrebentava por trás, fez meu pau latejar de tesão. Eu aumentei a velocidade e passei a dar estocadas mais fortes. Ela, com a mão que segurava o mouse, agarrou meu pulso como quem pedisse piedade para eu ir mais devagar. Ela não estava aguentando, foi aí que comecei a socar mais forte. Ela soltou meu pulso e levou a mão até a boca, tentando tapar os gemidos. Ela estava lacrimejando enquanto eu sentia a buceta apertada dela pingar de tanto tesão.

— Espera, tô com ping alto! — ela disse, e a voz estava tão úmida e estrangulada de prazer que mal parecia a dela.

Eu acelerei o ritmo e ela não estava mais nem fingindo jogar; a cabeça dela estava abaixada, os cabelos cobriam o rosto, e ela apenas balançava descontroladamente, mordendo os dedos da mão para abafar os gritos. Eu sabia que ela não aguentaria mais.

Eu agarrei a cintura dela com força, cravando meus dedos em sua pele, socando violentamente sem me preocupar se ela iria parecer uma puta para os amigos dela, socando forte, deixando-a sem fôlego, no ritmo mais rápido que pude. A cabeça dela sacudiu, e ela soltou um grito rouco e abafado que saiu misturado com um gemido fino. Mas, mesmo mordendo a mão, o som de seu gozo escapou pelo microfone. Olhando para mim, vi o olhar de puta dela: ela estava sem controle, gemendo enquanto os amigos a escutavam.

Eu senti o corpo dela convulsionar no meu pau, a vagina dela apertando e pulsando em espasmos fortes em volta de mim. Ela gozou muito forte, com as pernas tremendo descontroladamente, e, ao mesmo tempo, eu senti meu corpo inteiro tremer com o meu próprio gozo iminente. Eu gemi alto, um som mais grave que se misturou ao dela, e explodi dentro dela. Não deu nem tempo de tirar meu pau da buceta dela; comecei a soltar jatos de porra quente dentro da buceta dela, e ela gemia com cada leitada que eu dava dentro dela.

Segurei ela por uns segundos pelo quadril. Vi ela se recuperando, como se estivesse sem sanidade nenhuma. Ela abaixou a tela do notebook, desconectou o headset sem nem falar nada antes enquanto eu tirei meu pau duro de dentro dela. As pernas ainda estavam tremendo e vi ela se jogando na cadeira que estava de lado. Ela inclinou a cabeça para trás e depois olhou pra mim.

— Porra, não acredito que a gente fez isso. — Ela estava ofegante, mas rindo da situação, com o corpo pulsando de satisfação.

Ela abriu mais as pernas na cadeira e viu o rastro de porra que eu tinha deixado nela, escorrendo lentamente pelas coxas e pingando na cadeira. O olhar dela, que já era safado, se tornou faminto. Sem tirar os olhos dos meus, ela levou a mão, passou dois dedos na buceta e os tirou, brilhando com a mistura de gozo e lubrificação.

Lentamente, ela levou os dedos à boca e chupou o próprio gozo, me encarando como uma puta.

— Você é muito safada, puta que pariu! — eu falei, a voz rouca, sentindo meu pau latejar de novo com aquela cena.

Ela riu, satisfeita com a minha reação. Meu pau ainda estava todo melado e escorrendo. Eu não aguentei, me curvei sobre ela, meu membro na altura do rosto dela, e a desafiei.

— Já que você gosta tanto de provar... limpa bem meu pau, agora. — ordenei, no mesmo tom de controle que usei durante o sexo.

Os olhos dela brilharam com o desafio. Ela não pensou duas vezes. Segurou meu pau, que ainda estava enrijecido e úmido, e o levou à boca sem hesitar. Começou a me chupar de novo, com mais calma, limpando cada vestígio de gozo com a língua. Ela me mamava com uma lentidão lasciva, os olhos fixos nos meus, como quem faria o que eu quisesse.

Eu segurei a cabeça dela, aproveitando cada sugada, e senti meu corpo relaxar, sabendo que a boca dela estava terminando o serviço. Quando ela soltou, limpou a boca com a costa da mão e me olhou.

Nessa mesma hora, fomos interrompidos pela mãe dela, que gritou do andar de baixo.

— Carol, o lanche tá na mesa! Vem comer, filha!

Eu e ela nos assustamos na hora. Pegamos nossas roupas no chão e nos vestimos. A Carol falou para eu ir na frente e inventar uma desculpa.

Quando desci as escadas, vi a mãe dela sorrindo, terminando de fritar pastéis. Ela me olhou e me ofereceu. Eu estava morrendo de fome e não consegui recusar. Comecei a comer enquanto a mãe dela me perguntava:

— Conseguiu resolver o problema, querido?

Eu disse que sim, enquanto já estava no segundo pastel. Nesse meio tempo, Carol apareceu, ainda de pijama, e teve uma surpresa vendo que eu estava comendo e com tanta intimidade com a mãe dela. Ela deu uma risada enquanto sentava do meu lado. Ela se inclinou e sussurrou no meu ouvido:

— Minha buceta está escorrendo até agora...

Me arrepiei escutando, e vendo ela rindo, pegando um pastel na maior naturalidade do mundo, tendo adorado me provocar.

Eu terminei de comer e já estava me adiantando para ir para casa. A mãe dela me agradeceu e, dessa vez, ela quem me ofereceu dinheiro pelo serviço no notebook. Mas mal sabia ela que a filha dela já tinha me recompensado muito bem.

Posted Nov 7, 2025, 7:05 PM UTC

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