Desafio ou consequência: o negão da academia - parte 3

NSFWDominação

Revirei os olhos, engoli em seco e passei pela catraca. No exato segundo em que atravessei, senti o vento gelado do ar condicionado batendo direto na boceta molhada. Senti um arrepio subir pelas coxas, o mel escorrendo um pouquinho, o plug mexendo a cada passo.

Fiquei parada no meio do salão, fingindo que olhava os equipamentos (gente suada treinando, música eletrônica alta), mas minha cabeça ainda tava lá na recepção: na mão daquela ruiva no braço dele, no “amor” que ela jogou na minha cara, no jeito que ela empinou os peitos pra ele...

Diego chegou do meu lado, mão firme na minha cintura, dedo roçando de leve a barra da minissaia.

— E aí, princesa… se anima a começar a treinar aqui?

Eu soltei um riso, meio debochado.

— Não, Diego… o ballet já me destrói bastante.

Eu fazia ballet três vezes por semana. Era bem puxado, com professora exigente. Meu corpo já vivia moído, alongado, forçado até o limite. Aquilo já me quebrava o suficiente.

Fomos até a lanchonete da academia.

O cheiro de whey misturado com pão na chapa e desodorante masculino me deu um enjoo leve no estômago — ou talvez fosse só o nervosismo mesmo.

Pedi um suco de laranja (a boca já estava seca) e sentei numa das banquetas altas virada pra entrada, pernas cruzadas com cuidado pra minissaia não subir demais (embora, né… sem calcinha, qualquer movimento era risco de mostrar tudo).

Bebia devagarinho pelo canudinho, olhando pros lados, tentando fingir naturalidade enquanto o plug mexia a cada vez que eu mudava de posição e a boceta latejava sem parar.

Diego apoiou o cotovelo no balcão do lado, checou o relógio e soltou, tranquilo demais:

— Vou ver se meu parceiro já chegou. Fica aí quietinha.

Nem esperou resposta. Deu um tapinha discreto na minha coxa (dedo roçando de propósito bem perto da virilha) e simplesmente… sumiu no meio da academia.

Fiquei ali sozinha, suco na mão, coração na boca, olhando a porta como uma idiota.

Todo cara sarado que passava eu pensava: “é esse?”.

Alguns eram gatos de verdade — abdômen trincado, suor escorrendo, aquele cheiro de macho. Outros… nem tanto.

Meu coração batia descontrolado, imaginando um cara bonito, musculoso, alguém que pudesse me fazer tremer de verdade.

Minha cabeça não parava de criar imagens: fiquei imaginando um cara gato, musculoso, me pegando por trás enquanto o Diego assiste… ou talvez mais de um, porque o Diego adorava me colocar em situações que eu nunca imaginei que ia topar.

Ainda no carro, eu já tinha tentado arrancar alguma pista dele, até implorado baixinho: “Me fala como ele é, vai… me dá uma ideia…”

Ele só ria, passava a mão na minha coxa e respondia: “Surpresa, putinha. Você só vai descobrir na hora".

Ele adorava isso. Adorava me deixar no escuro, boceta latejando de ansiedade, até o último segundo.

Alguns minutos se passaram.

De repente ele apareceu na porta, acompanhado de um cara que fez meu coração parar. Um negão enorme. Enorme de verdade. Daqueles que a gente de "armário", sabe?

Pele preta brilhando de suor, 1,95 m de altura. Regata branca cavada colada no peito largo, braços tão grossos que a costura parecia que ia rasgar e ombros gigantes.

Nossa, cheguei a engasgar com o resto do suco que ainda estava na boca.

Veio logo no pensamento: “Caralho, puta que pariu… esse negão vai me destruir”.

Diego chegou do meu lado com aquele sorriso sacana, cheio de malícia. E certamente gargalhando por dentro, quando percebeu a minha cara de pânico.

— Rafa, esse é o Paulo César, o amigo que eu te falei… A gente treina junto aqui na academia.

Paulo virou pra mim e abriu um sorriso tão lindo. Dentes brancos, alinhados, lábios grossos. Sabe aquele sorriso que parece iluminar tudo? Até meio que contrastou com o meu susto inicial. Sò pelo sorriso fácil deu pra perceber que pelo menos ele parecia ser legal, simpático

O olhar dele desceu lento, parou no decote, escorregou pela minissaia, demorou nas coxas nuas como se estivesse contando cada centímetro de pele… e subiu de novo, devagarinho, até cravar direto nos meus olhos.

Ele estendeu aquela mãozona. Quando apertei, o toque foi firme. Quente. Quase queimou. Um arrepio subiu do braço direto pro clitóris, tão forte que eu quase soltei um gemido ali mesmo.

— Então é você… — a voz dele era quase trovão — Diego não mentiu. É ainda mais linda ao vivo. Meu rosto pegou fogo. Queria responder alguma, mas só saiu um “oi”, quase sem som, de menininha assustada.

Diego riu, mão escorregando direto pro meu bumbum, por baixo da saia, apertando firme, forte, me arrancando até um gemido involuntário.

— Ele sabe que você é minha putinha — sussurrou no meu ouvido — e hoje eu quero que você seja a putinha dele também.

Depois falou alto, sem pudor nenhum, com gente em volta ouvindo:

— Então, Paulo, o que achou da Rafa? Gatinha demais, né? E o que ela tem de linda tem de vagaba. Adora rola no cu, não é, Rafa?

Duas meninas na mesa ao lado viraram o rosto. Um cara deu risada. Eu quis morrer, mas minha boceta pulsou tão forte que mel escorreu pela coxa. Paulo riu, me encarando:

— Adoro loirinha, sabia? Seu primo me contou tudo. Fiquei interessado pra caralho.

Diego deu um tapa na minha bunda:

— Vamos pro carro. Lá a gente fica mais à vontade. Meu primo me abraçou pela cintura e caminhamos até a Hilux preta no fundo do estacionamento, isolada, vidros escuros, cabine dupla.

A cada passo eu sentia o plug mexer no cu, o vento batendo na boceta molhada, o olhar do Paulo em cima de mim. Eu estava apavorada e excitada pra caralho ao mesmo tempo. Olhava de canto pro negão andando do meu lado e só pensava: esse cara é o dobro do meu tamanho. Pode me quebrar ao meio.

Mas eu não gosto de demonstrar fraqueza, então tentei me manter plena. Mas por dentro… por dentro o desespero batia forte.

Minha cabeça ia longe. Imaginei aquelas mãos me segurando pelos quadris, me levantando do chão como se eu fosse a boneca Barbie.

Imaginei o Diego mandando ele me botar de quatro e me surrar com força, com aquelas mãos pesadas… tapas atrás de tapas na bunda até eu gritar, chorar de dor… e depois me abrindo inteira, sem dó, sem parar. E meu primo só assistindo, rindo, mandando eu aguentar, como ele sempre fazia.

Pior que eu nem fazia ideia do tamanho da rola dele… mas já sentia que seria destruída de um jeito que nunca tinha sido antes.

Chegando no carro, Diego abriu a porta traseira e mandou, seco:

— Entra, Rafa. Banco de trás.

Eu já ia entrando quando ele segurou minha cintura.

— Paulo, vem ver uma coisa… olha o que essa putinha tem cravado no rabinho.

— Mostra pra ele, Rafa.

Eu travei.

— Diego, aqui não…

Ele riu:

— Loira, né… De quatro no banco, Rafa. Agora.

Engatinhei pro banco de trás, joelhos no couro quente, minissaia subindo sozinha, bunda empinada pra porta aberta. Diego levantou a saia até a cintura, deu um tapa estalado que ecoou no estacionamento e mandou:

— Empina esse cu, vai. Mostra direito pro Paulo.

Eu empinei, já louca de tesão. Era um plug grande, de metal, com uma joia tipo cristal cor de rosa claro na base.

— Olha esse cuzinho, Paulo… — Diego falou, segurando o plug e fazendo pressão. Fez que ia tirar, mas logo encaixou de volta. Eu gemi alto.

Paulo soltou um “caralho” rouco:

— Olha como essa pedra brilha… o cuzinho dela fica mais lindo ainda enfeitado. Fiquei até de pau duro aqui.

Diego riu:

— Senta direito, Rafa. Daqui a pouco aparece alguém e te vê de quatro igual puta.

Entrei no banco de trás com o Paulo. Diego sentou na frente, deu partida e ligou o ar condicionado.

— Rafa, tu já viu pirocão de negão? — perguntou, me olhando pelo retrovisor.

— Não… — respondi, voz tremendo. Mas acho que já tinha visto em vídeo pornô.

— Mostra pra ela, Paulo. Ela tá doida pra ver. Né, Rafa? Fala que quer.

— Quero, mostra… — sussurrei.

Paulo nem hesitou. Abriu a bermuda e tirou pra fora.

E foi aí que eu vi pela primeira vez, de pertinho, o maior pau que já tinha passado pela minha frente na vida…

e soube, ali mesmo, que hoje meu cu ia ser destruído de verdade, como nunca.

Continua...

Comenta “CONTINUA” que eu posto logo! 😈

Beijos da Princesinha

❤️ Rafaella

https://princesinhadevassa.com/

Posted Dec 7, 2025, 11:48 PM UTC

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