[REAL] "Faça o que quiser comigo": O dia em que realizei a fantasia de CNC e Free Use da minha colega de trabalho - Parte 1

NSFWNo trabalho

O conto de hoje trata-se de uma história real. Prometo que me esforçarei para dar o máximo de detalhes relevantes possíveis, mas ainda assim terei de manter a discrição (hahaha).

Essa história ocorreu alguns anos atrás, quando eu trabalhava em uma grande empresa. Tudo começou quando fui direcionado para uma nova função que envolvia um trabalho conjunto com outro setor. Era um daqueles trabalhos que as pessoas iam empurrando umas para as outras e, no final, acabava sobrando para quem não tinha como recusar. Basicamente, eu precisava sair da matriz e ir para uma filial buscar registros específicos que não haviam passado pelo período de digitalização.

Confesso que, na primeira vez, eu estava realmente estressado. Fiquei pensando no azar de ter que fazer aquilo, mas meu pensamento mudou no exato segundo em que conheci minha dupla na função. Uma mulher charmosa, chamada Marcela (nome fictício, claro), nos seus 40 e poucos anos. Baixa, pele extremamente branquinha, cabelos longos e pretos. Ela era sempre muito elegante, com aquele ar de mulher bem resolvida que cuida impecavelmente da saúde, do corpo e da estética.

Como a empresa era imensa, foi nosso primeiro contato direto. Nos apresentamos e logo pegamos o carro da locadora rumo à filial. No início, a interação foi quase nula. Ela estava um pouco tímida e visivelmente incomodada com a tarefa.

Após algumas horas de viagem, chegamos. Nos orientaram que o "arquivo" ficava no prédio antigo, um lugar que beirava o abandono. Havia apenas um segurança bem idoso na guarita, que dividia seu tempo entre ouvir um rádio chiado e cochilar. Ele abriu o portão de ferro enferrujado e entramos. Para resumir: era um barracão de teto alto, fechado, abafado, cheio de poeira e teias de aranha. Não tinha energia elétrica (haviam desligado a fiação anos atrás devido a um curto-circuito) e o sinal de celular era quase inexistente naquela área industrial.

Começamos a trabalhar. Fazia muito calor, daqueles da roupa colar na pele. Aos poucos, a timidez da Marcela foi se desfazendo. Ela me contou que era casada, tinha filhos e anos de empresa. Nossa amizade foi surgindo ali, entre caixas velhas e um tanto de poeira haha. Passamos a ir ao arquivo entre uma vez por semana ou a cada quinze dias. A rotina, que eu achava que seria um inferno, virou um dos melhores momentos no trabalho. Conversávamos muito durante as buscar por documentos e o trabalho virou uma válvula de escape para nós dois.

Em uma dessas idas, Marcela quebrou um protocolo: "Olha, sei que pode dar problema, mas queria ver contigo da gente parar de usar o uniforme social durante a busca. Não estou vencendo lavar minhas roupas que voltam cheias de manchas de terra."

Eu concordei na hora: "Claro, podemos sim. A gente se troca depois de entrar no barracão. Ninguém vem aqui mesmo."

Chegamos lá, cada um foi para um canto escuro entre as prateleiras se trocar. Quando ela ressurgiu, estava usando uma legging surrada de ficar em casa e uma blusinha leve que marcava bem o contorno dos seios. O contraste daquela mulher executiva, agora vestida de forma tão casual, mexeu comigo.

"Nossa, mesmo com uma roupa simples você continua muito elegante, sabia?" eu disse, me aproximando um pouco mais do que o normal.

Ela deu uma risada baixa, desviando o olhar. "Ah, capaz. Até parece que um rapaz novo como você vê graça em uma mulher mais velha."

Sustentei o olhar nela. "Com todo respeito, você sabe do poder que tem. Não vem se fazer de desentendida não."

Ela suspirou, um sorriso de canto aparecendo. "Confesso que às vezes quase me esqueço, viu? Vida de casada há anos não é fácil..."

Voltamos ao trabalho, mas o clima já estava bem diferente eu diria, haha. Agora, eu passava o tempo apreciando a obra de arte que ela era. O calor do barracão fazia a blusa dela grudar levemente ao corpo. Quando ela se erguia nas pontas dos pés para alcançar uma caixa, eu via o desenho perfeito da bunda dela balançando. Quando se abaixava, o decote frouxo revelava o volume dos peitos suados. Era um tesão sutil. E ela, como a loba experiente que era, percebeu meus olhares e começou a ser mais... sinuosa.

Na viagem de volta, ela jogou a isca: "Me responde sem maldade... você realmente acha que eu sou bonita, ou disse aquilo só para manter a boa convivência?"

Eu diminui a velocidade do carro. "Falei com absoluta sinceridade. Você é linda. Tem um rosto perfeito, um sorriso cativante e o seu corpo... nossa, eu prefiro nem falar nada para não me complicar."

Ela riu, mas a respiração dela mudou. Começou a desabafar que o marido não a procurava mais, que se sentia invisível. Eu a escutava, imaginando como um idiota poderia ignorar a deusa que estava no meu banco do carona.

As semanas passaram. Em uma de nossas idas, ela decidiu me mostrar no celular algumas fotos da evolução dela na academia. Fui passando as imagens até que uma me paralisou: ela estava apenas de calcinha e top, e a calcinha marcava de forma obscena e deliciosa os lábios da buceta dela.

"Poxa, Marcela..." eu disse, com a voz um tom mais grave. "Sei que a ideia é ver o corpo, mas essa foto aqui tá muita maldade. Tive até que passar rápido."

Ela se inclinou na minha direção, e disse:. "Por que passar rápido? Pode ver mais. Ver não faz mal."

Eu não pensei duas vezes. Dei um zoom bem na bucetinha dela, sorrindo malicioso enquanto ela mordia o lábio inferior. O tesão entre nós já era evidente.

O estopim aconteceu no horário de almoço. Estávamos no carro, isolados do mundo. Ela lia algo no celular.

"Ué, conseguiu sinal?" perguntei.

"Não, estou lendo um livro que baixei."

"Que livro?"

Ela hesitou, corando levemente. "Não queira saber, você vai me julgar horrores."

"Te julgar pelo quê, Marcela?"

"É um livro hot," ela confessou, a voz baixinha. "Como meu casamento está uma merda, eu leio para ter, ao menos, alguma diversão mental."

Eu me virei totalmente para ela. "Romance ou explícito?"

"Ambos. A parte explícita eu deixo para ler quando estou sozinha."

"E qual é a história?"

Ela engoliu e disse:. "É sobre uma mulher rica que tem o fetiche de ser usada... usada de todas as formas. Como se fosse uma boneca inflável."

O silêncio no carro ficou ensurdecedor. Olhei no fundo dos olhos dela. "Te excita a ideia de ser usada?"

A respiração dela ficou ofegante. "Me excita muito. Ainda mais se fosse algo de repente... inesperado. Tipo durante um trabalho chato, no meio do nada."

Senti meu pau latejar na calça. Destravei a porta do carro. "Se você entrar naquele barracão agora, e a gente fechar a porta pesada... ninguém vai saber o que vai acontecer com você lá dentro."

Os olhos dela dilataram. "Eu vou adorar."

Descemos em silêncio. Entramos no escuro do arquivo e abaixamos a porta de ferro. O som ecoou. Estávamos completamente sozinhos.

Eu não esperei. Puxei Marcela pela cintura, prensando o corpo dela contra o meu, e comecei a beijar ela. Foi um beijo com muito desejo. Minhas mãos finalmente apertaram aquela bunda que eu passei meses secando. O contraste do ambiente sujo com a pele perfumada e quente dela me deixou morrendo de tesão.

Minhas mãos subiram, apertando os peitos dela por cima da roupa, descendo até a legging, sentindo o calor e a umidade que ela exalava. Prensei ela contra uma estante de metal. Tirei a blusa e o sutiã dela. Ajoelhei ali mesmo, abaixando a calça dela, e fui direto chupar ela. O cheiro natural do tesão dela era inebriante. Chupei a buceta dela com vontade, enfiando a língua fundo, dando pequenas mordidas nos lábios enquanto ela segurava nos meus ombros e gemia baixo.

Levantei e a puxei pelos cabelos. Fiz com que ela me chupasse. Ela engoliu meu pau com vontade, os olhos submissos olhando para cima, levando até a garganta. Eu segurava a cabeça dela, ditando o ritmo.

Virei ela de quatro, apoiada nas caixas, e entrei de uma vez. A buceta dela era apertada e bem quente. Eu puxava o cabelo dela, dava tapas estalados naquela bunda e puxava a cintura dela para que meu pau fosse até o fundo.

Ela deu um gemido alto, o corpo inteiro tremendo. Era a primeira gozada dela, forte e incontrolável. Tive que tapar a boca dela com a mão por instinto (o porteiro idoso estava lá fora, afinal), o que só deixou a cena com mais tesão. Deitei ela de costas em uma mesa de madeira antiga. E metia com força, e ela esfregava o próprio clitóris enquanto me recebia, os olhos revirados.

Ela estava prestes a gozar de novo, tremendo toda, quando o som de um motor de carro e pedra brita ecoou lá fora.

Paramos congelados. O pânico de sermos pegos cortou o momento. Nos vestimos rápidamente, com o coração saindo pela boca. Abrimos uma fresta da porta. Era um amigo do velho porteiro, que passou lá para conversar.

Ficamos ali, ofegantes, frustrados. O tesão acumulado e interrompido era uma tortura. Eu nem tinha chegado perto de gozar, estava morrendo de vontade de meter mais.

"O velhinho ali cortou nosso barato," ela sussurrou, ajeitando o cabelo. Com um olhar bem safadado. "Mas... isso me fez ter certeza. Eu quero que você me use, 100% imóvel. Como se estivesse tomando o que é seu, sem eu reagir. Eu quero realizar essa fantasia com você."

O amigo do porteiro demorou tanto que nosso tempo acabou. Tivemos que voltar à sede. No caminho, ela foi firme: pediu que eu não mandasse mensagens nem a procurasse na empresa para evitar riscos. Mas garantiu que o que aconteceu era um segredo nosso.

Continua...

Obs: Sou H 36. Caso queira conversar enquanto vou terminando a parte 2 - DM aberta para M.

Posted Feb 25, 2026, 5:38 AM UTC

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