Desenvolvi um app offline com minijogos para métricas e relatórios em clínica. Acham útil?
Conversando com uma amiga que estagia em uma clínica, ela comentou sobre a sobrecarga burocrática no atendimento (especialmente com pacientes neurodivergentes): muito tempo perdido preenchendo documentos, montando gráficos de evolução manual e aplicando testes. Ela chegou a me contar que, por falta de ferramentas lúdicas específicas, chegam a usar até o jogo Pou para avaliar a tolerância à frustração dos pacientes!
Lembrei de um projeto de aplicativo que eu tinha parado no meu tempo livre e comentei com ela. A ideia agradou tanto que a equipe da clínica pediu para testar.
Como funciona o projeto:
- Plataforma & Privacidade: Feito para tablet (100% offline). Cadastra a clínica, profissionais e pacientes, mantendo todos os dados salvos apenas no dispositivo.
- Proposta: Jogos lúdicos para usar durante a sessão ou nas pausas. Enquanto a criança se diverte, o app coleta métricas de desempenho em background para gerar relatórios e gráficos automáticos.
Exemplo de dinâmica:
- Jogo de Busca/Atenção (com ajuste de dificuldade): O paciente usa o dedo como uma "lanterna" na tela para encontrar ícones em cenários temáticos (fundo do mar, espaço, etc.), trabalhando atenção seletiva e hiperfoco. É possível ajustar o nível: a luz da lanterna pode ir diminuindo com o tempo para exigir mais foco ou permanecer fixa para facilitar.
- Outras dinâmicas: Testes de tempo de reação, coordenação motora e associação lógica, gerando dados quantitativos para o profissional.
A ideia é ser uma ferramenta de apoio visual e prático no dia a dia.
Como vocês lidam com essa parte burocrática e de testes hoje? Enxergam valor em uma ferramenta assim para otimizar o tempo de sessão ou preferem os métodos 100% manuais/tradicionais? Ele realmente ajudaria bastante ou será que é um problema local da clinica que ela esta?
Posted Aug 5, 2026, 1:32 PM UTC