Fiz minha amiga paulista trair o namorado. PARTE 1.

NSFWTraição

Tenho uma amiga que veio de São Paulo enquanto ainda estudávamos no Ensino Médio.

O nome dela é Amanda, uma ruivinha que com o passar dos anos eu assisti de perto ir se tornando uma grande gostosa... era magra, mas conforme foi engordando, a gordura encontrou o caminho certo das coxas, da bunda e dos peitos. Ela ficou uma falsa-magra muito linda.

Já eu, sou Daniel. Tenho cabelo preto, pele morena, me considero um cara atraente... corpo bonito ou atlético (aquele mais pra jogador de futebol), mas apesar disso, sempre prezei mais ficar com mulheres que eu tinha algum tipo de afinidade de papo, não só em relação a beleza... então nunca fui de beijar muitas bocas.

Amanda era uma dessas pessoas, ficamos amigos muito rápido um do outro, confessando segredos, compartilhando momentos e sempre rindo muito juntos. Melhores amigos.

Ela sempre foi pra frente, desde que vi terminar o seu primeiro namoro, ficou com várias pessoas e nunca foi de fazer doce quando sentia vontade de pegar alguém. Inclusive eu, depois de passar uma tarde papeando na casa dela.

Devíamos ter uns 16 anos na época.

Descemos de elevador, e ela me puxou para a escada de incêndio. Nos encaramos por meio segundo talvez, e pela forma que seus olhos desceram até minha boca, eu entendi tudo. O beijo encaixou de forma muito gostosa, nenhum dos dois tinha pressa.

As mãos exploravam os corpos, e as respirações ofegantes tomaram conta do ambiente escuro.

Mas ficamos só na provocação, afinal, os pais estavam em casa e ela não poderia demorar pra subir de novo. Desde aquele dia, nos pegamos mais algumas vezes, cada vez de forma mais intensa. Mas o nosso colégio era preparatório e integral, então não tínhamos muito espaço.

No final do Ensino Médio, ela teve que voltar para São Paulo, os pais dela sentiam muita falta e não se adaptaram muito bem ao estilo do Rio de Janeiro. Mantivemos o contato através de mensagens e das vezes que jogávamos juntos pelo telefone.

Quando todos saíam da call, ficávamos as vezes falando putaria e até gozando juntos.

Mas isso mudou no dia que ela contou a todos nós durante uma partida de ludo que estava apaixonada por um "garoto fofinho" que ela conheceu durante a pandemia. Fui perguntar depois, é lógico, e ela me contou tudo numa boa.

Chamou ela pelo Instagram, conversavam e ele parecia querer algo sério. Ele era mais novo, e aparentemente essa ideia de poder "construir o namorado perfeito" poderia funcionar com ele.

Só que mesmo falando para todos que gostava de homens carinhosos, ela nunca foi assim quando estava com tesão. Queria brutalidade, masculinidade, obedecer como uma boa cadela.

Por isso nos dávamos tão bem.

Os anos se passaram, e em meados de 2022 quando acabou o lockdown da pandemia, Amanda decidiu vir para o Rio de Janeiro sozinha para rever os amigos. Os pais dela mantiveram o apartamento aqui mesmo depois de voltar para SP.

Então ela teve todo o espaço para si durante a viagem.

Segundo ela, tentou convencer o namorado a vir junto, mas ele se dizia tímido e que tinha medo de vir para o Rio de Janeiro por conta da violência. Então ela veio sozinha, combinou com as amigas de rever elas primeiro.

E o restante do pessoal, iria ver na festa de aniversário do Júlio, um outro amigo nosso de escola. Eu estava entre as pessoas que ia rever ela depois de tanto tempo no aniversário. Me arrumei no estilo mais leve possível, camisa de time, short preto até o meio da coxa, chinelo e minha bolsa que tá sempre comigo.

Fui junto com um amigo que é praticamente meu irmão (que aliás também já ficou com ela), chegamos lá zoando e tudo mais prontos para comer churrasco e dar uns goles em cerveja disputando campeonato de futebol no videogame.

Isso até Júlio abrir o portão para nós, e a gente se deparar com ela logo em seguida. Meus olhos percorreram ela dos pés até a cabeça, e ela revidou o olhar. Juan, meu amigo, foi logo na direção dela dando um abraço.

Fiquei observando, e ela me encarava sobre o ombro dele.

Fui cumprimentando as outras pessoas antes, não indo com muita sede ao pote, sempre fui do tipo mais posturado que observa tudo primeiro antes. E isso aparentemente mexeu com ela, que foi para dentro da casa antes que eu chegasse para falar com ela.

Juan foi cumprimentar quem eu já tinha falado, e eu entrei para casa para falar com ela. Estava parada próxima ao corredor, quase que me esperando.

Sorriu olhando nos meus olhos, ela tem um olhar maldito, que faz minha carne arrepiar até hoje quando combinado com aquele sorrisinho que mistura fofura e perversidade.

Abracei ela parando a mão nas suas costas, espremendo seu rosto contra o meu peito. Ela me apertava pela cintura até que finalmente me olha de baixo pra cima sem me soltar, e diz:

Amanda: Nossa, nunca achei que fosse sentir tanta falta de um abraço. Você continua sendo o mais cheiroso da turma.

Aquilo faz meu coração acelerar, e eu tento não levar na maldade, controlando minha respiração e evitando olhar demais.

Daniel: Você também faz falta ruivinha... mais do que imagina. – eu respondo.

Por um instante, o silêncio prevalece, e nos soltamos antes que alguém da festa se aproximasse e achasse aquilo tudo muito estranho. O dia seguiu normal enquanto brincávamos e conversávamos com o restante da galera.

Parecendo sempre tentando manter uma distância de segurança um do outro, mas sempre nos encarando de canto. Conforme a noite foi caindo, algumas pessoas foram indo embora, as que ficaram já estavam mais altas por conta da bebida.

Amanda foi ficando cada vez mais solta, e se aproximando aos poucos, até que já estávamos interagindo praticamente quase só nós dois. Em um certo momento, meio que a galera entendeu que a festa tinha acabado.

Então ficamos todos na sala pedindo Uber e outros se organizando para voltar a pé. Ela estava em pé ao meu lado, até que passou a unha no meu cabelo relembrando de quando me fazia "cafuné".
Senti os pelos do corpo arrepiando, e o coice do pau dentro da bermuda.

Ela nota minha pele arrepiada, e diz dando risada quase em tom de sussurro:

Amanda: Você ama isso não é? Quando eu passo a unha...

Apenas olhei para ela, como quem diz: "sabe que isso ficou malicioso demais, não é?"

Mas ela não se importou. Até que ela olha pra mim e Juan e fala:

Amanda: Vou voltar a pé, vocês podem me deixar em casa?

Eu e Juan sempre fomos os mais soltos e acostumados a sair da galera, então andar pela rua a noite era normal pra gente. Já sabíamos os pulos e os riscos, e o prédio de Amanda ficava logo ao final da rua.

Fizemos companhia para ela, e paramos na frente do prédio conversando um pouco mais. Ela estava segurando em meu braço e falou:

Amanda: Querem subir pra pedir o Uber de vocês?

Eu olhei pra Juan, que prontamente sentiu alguma maldade acontecendo ali, e respondeu:

Juan: Acho melhor não... vou pedir o meu daqui mesmo. Quero ir pra casa logo.

Amanda: Ah... que pena.

Ela nem fez questão de fingir ficar triste com aquilo, o que me fez sentir meu corpo inteiro se arrepiando. Era como saber que algo não estava certo, e mesmo assim permanecer ali. O Uber de Juan não demora.

Ele se despede de nós, me encarando com uma cara de: "não faz merda."
Sempre foi o mais sensato entre nós dois.

Foi só o Uber partir, que Amanda foi enfiando a chave no portão do prédio me olhando. Sem desviar os olhos, ela fala quase suplicando... com aquela voz bêbada e meiga.

Amanda: Você não vai me deixar sozinha, não é Dani? Só restou a gente.

Daniel: Fico mais um pouco, mas só até o Uber chegar. – Digo vendo ela sorrir.

Amanda: Eba! – Ela fala em comemoração, depois de uma risadinha.

Sigo ela para dentro do prédio, o porteiro nos cumprimenta me olhando de rabo de olho. Subimos até o apartamento, e o clima no elevador já era diferente. A conversa era solta e a gente ria por bobeira.

Entramos e já fomos logo deixando as coisas sobre a mesa, indo até o sofá para nos sentarmos. O papo era gostoso, como sempre foi entre nós, e por um segundo tudo ali parecia como nos velhos tempos.

Ligamos a televisão, eu me esqueci totalmente do meu Uber e do horário. Não olhei nem mais o telefone, muito menos ela... até que por volta de umas onze da noite, quando estávamos sentados bem próximos um do outro... o telefone dela vibra na mesa fazendo a gente pular.

Como se nós dois soubéssemos que algo ali estava estranho.

Ela vai até o telefone, respira fundo, com as bochechas coradas. Eu entendo na hora.

Amanda: Oi amor... esqueci de avisar que cheguei em casa. Mas você viu pela localização.

Namorado: Sim, mas você prometeu me avisar.

Amanda: Eu sei, me desculpa. Bebi um pouco e estava quase dormindo no sofá.

Namorado: Tome um banho antes, vai se sentir melhor pra dormir.

Amanda: Hmm... quer ir comigo pro banheiro safado?

Ela falou aquilo, olhando para mim, e eu gelei porque não estava interrompendo um momento íntimo dos dois. Percebi que não passava de puro teatro da parte dela.

Namorado: Cheguei tarde da pesca com meu pai, posso te ligar de manhã?

Ela solta um suspiro, se faz de indignada.

Amanda: Porra amor... eu to com muita vontade. Tem certeza?

Namorado: Desculpa meu bem, estou mesmo cansado hoje.

Amanda: Tudo bem... te amo.

Eles se despedem, ela solta o telefone de volta na mesa, e caminha novamente até o sofá se jogando nele. Coloca as mãos sobre o rosto, soltando uma bufada.

Amanda: É difícil quando seu namorado parece não sentir tesão em você. – Ela solta a confissão no ar, esperando alguma resposta.

Daniel: Talvez esteja na hora de eu ir, você precisa descansar. – Tento desconversar.

Amanda: Até você? Pensei que fosse passar a noite aqui comigo...

Daniel: Dormir aqui sozinho com você? Me parece...

Amanda: Perigoso? – Ela completa.

Daniel: É... perigoso. – Eu assinto com a cabeça, enquanto ela liga a televisão e coloca na Netflix.

Amanda: Olha... eu vou tomar um banho, depois vou para o quarto dos meus pais. Ai você pode ficar aqui na sala, ou no meu quarto. Acho que nós dois ficamos mais tranquilos assim.

Por um momento, eu acho que aquilo pode ser uma boa ideia, se a gente estivesse longe e esperasse o efeito do álcool abaixar, talvez pudéssemos ficar de boa. Então ela vai para o banheiro e eu fico ali na sala vendo televisão.

Tiro a almofada de cima do meu colo, e então eu percebo como o meu pau estava latejando dentro da bermuda durante todo esse tempo. Sentia minha coxa levemente molhada por conta do pré-gozo que escorreu.

Estava sozinho na sala de uma das maiores gostosas da minha adolescência... pensando que neste momento ela estava tirando a roupa no banheiro.

Não resisto em bater uma punheta ali mesmo. Meu pau é bem grande, tem 19 cm mas o que se destaca é a grossura, com veias bem saltadas e a cabeça que fica roxa quando estou com muito tesão.

Ele pula pela lateral do meu short, minha mão escorrega pelo comprimento sentindo ele ficar completamente babado aos poucos, por puro tesão. Aquele cheiro de sexo começa a subir das minhas partes e tomar conta do ambiente.

Mordo a barra da minha camisa, tentando abafar qualquer gemido que saísse da minha boca enquanto meus olhos estão querendo se revirar de puro tesão. Sentia meu pau pulsando com força enquanto eu cadenciava o ritmo.

Pensando nela, minha mente só conseguia pensar em foder a ruiva comprometida.

Até que em um dado momento, a televisão se silencia entre um intervalo e outro da série, e eu posso ouvir um som abafado e molhado vindo da parede atrás de mim. Meu coração dispara, e minhas mãos vão até o controle da televisão para pausar a série.

Silêncio absoluto, apenas quebrado por um gemido baixo.

"ahh... aiiin... ahhh... caralho, caralho..."

Podia ouvir as batidas do meu coração de tão altas que estavam. Eu me levanto e vou indo em direção ao banheiro tentando não fazer barulho até que me vejo em frente a porta do banheiro com Amanda lá dentro.

O chuveiro estava desligado. E ela parece não perceber que a televisão parou de fazer barulho.

"soca nessa buceta soca... soca na buceta da sua putinha..."

Por um instante eu pensei que ela estava falando com o namorado, e meu pau já estava pingando na porta do banheiro em ouvir ela toda safada daquele jeito. Tomado pela adrenalina, começo a bater uma punheta melada ouvindo Amanda gemer.

"isso... isso... filha da puta... mete na buceta que você sempre sonhou em comer."

Ela gemia e falava sozinha no banheiro enquanto o som da sua buceta encharcada ecoava ao ponto de ser ouvida pelo outro lado da porta.

"assim eu vou gozar..."

Aquilo parecia um convite, e me faz apertar o pau com força e aumentar o ritmo. Até que eu ouço o que foi a gota d'água para mim:

"eu to gozando Daniel! sua putinha tá esguichando com força!!"

Ela geme gozando toda manhosa dentro do banheiro como se estivesse sozinha em casa.
Aquelas palavras fazem meu pau explodir na gozada mais forte que já dei em toda a minha vida. Mas os jatos batem na porta com força, fazendo barulho.

Amanda: Ui! – fala em tom de susto.
Amanda: Dani?! Você tá ai? – pergunta preocupada.

Eu não falo nada e volto para a sala tentando não fazer barulho, dando play na série da televisão novamente, e escondendo o pau fedendo a porra dentro do short molhado. Engulo seco ouvindo a porta se abrir.

Puta que pariu, eu deixei a porta do banheiro e o chão todo gozado.

A porta fica aberta por mais tempo que deveria, ela parecia observar alguma coisa, até que ouço quando fecha e tranca novamente. O barulho do chuveiro finalmente surge. E eu fico me sentindo culpado, mas admito, ainda morrendo de tesão.

(continua na parte dois se vocês curtirem, esse foi meu primeiro conto.)

Posted Aug 13, 2026, 4:48 PM UTC

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