Formal_Split1300

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r/desabafosdavida•

Estou em uma grande depressão há muito tempo, abandonei os estudos há alguns anos atrás, preciso fazer EJA, estou desempregada, ainda não faço academia, não saio de casa nem para caminhar ou correr, normalmente fico 17h por dia no celular, fora computador e televisão assistindo novela mexicana ou novela infantil aonde me refúgio, não tomo sol, ainda não sei fazer exercício, sou sedentária mas não sou gorda, não meto a cara na comida, como bem pouco, mas quando é coisa gostosa como melhor, tenho 64kg, tem vezes que estou 65kg quase no 66kg porque tem época do mês que tem mais coisas gostosas pra comer ai eu como, quando fico quebrada no mês fico com o peso menor, pais idosos, morro de medo de

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r/Poemas•

No silêncio das horas perdidas, um cansaço velho como o tempo se deita, mas lá no fundo, uma semente insiste — uma chama que não se apaga na noite fria.

Cada página em branco é um mar distante, onde o barco balança, mas não se afunda, o vento traz lembranças de dias sombrios, mas também o impulso para remar contra a maré.

O peso do passado puxa para o fundo, mas o horizonte acena com promessa rara: não é derrota quem caminha em silêncio, é coragem que nasce da poeira da alma.

E no esforço, mesmo que lento, florescem raízes invisíveis, que seguram firme, que seguram forte, o sonho que ressurge, entre lágrimas e sorrisos.

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r/Poemas•

No silêncio onde gritam vozes caladas, Meu reflexo dança com sombras distorcidas, Fragmentos quebrados de uma mente desfeita, Na escuridão onde a sanidade se esconde.

Cada pensamento é um corte afiado, Lâminas invisíveis que cortam a alma, Entre ecos de risos que ninguém entende, E lágrimas secas de um pranto sem fim.

Sou prisioneira do meu próprio labirinto, Onde o tempo se dobra, se perde, se quebra, Entre delírios que acariciam e destroem, Um sussurro louco que chama pelo vazio.

No abismo da mente, onde tudo se mistura, A dor é companhia, a solidão, amante, E eu, espectro perdido em um sonho quebrado, Busco um pedaço de mim para salvar.

Mas talvez o que sou seja só sombra, Um eco de d

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r/perguntas•

Bom, meu sonho é não namorar, nem casar, meu sonho é adotar uma menininha e cuidar dela, qual a melhor idade para isso? Quero aproveitar a vida, a juventude cuidando dela, antes dos 30, alguém com experiência em ser mãe adotiva solo? ❤️

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r/Poemas•

A última luz

Poema Autoral

No fim do quarto, o breu respira, como se tivesse alma, como se sentisse. As paredes sussurram segredos que esqueci, e meu nome... já nem me reconhece.

As horas pingam lentas do relógio quebrado, cada segundo um corte, um eco, um adeus. O espelho me evita, tem medo do que restou — um vulto, um quase, um nunca mais.

A cama é um túmulo morno onde enterro esperanças, e o travesseiro carrega gritos que ninguém ouviu. Meus olhos são poços secos, minhas mãos, vazias de futuro.

Não há vento lá fora, nem voz que me chame. Só o silêncio absoluto, cruel como um juiz. A alma grita, mas a carne se cala — estou cansado de lutar guerras que só eu vejo.

Não é drama, nem pedido de socorro, é apenas o re

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r/Poemas•

Cinza dentro

Poema Autoral

Há um vazio onde antes doía, e o silêncio grita mais alto que o mundo. Não é tristeza que passa, é maré que afoga num corpo que ainda respira por descuido.

Levanto, mas o chão me puxa — não com mãos, mas com memórias gastas. As horas escorrem como sangue em sonho, e o tempo não me quer de volta.

Há vozes que sussurram desistências como se fossem preces sagradas. E eu rezo, sem fé, por um milagre invisível: sumir, sem deixar rastros, sem drama, como quem apaga uma vela por tédio.

Ninguém entende o peso do nada que se deita comigo, fiel como amante. Sorrir? Só quando dói mais — e até a lágrima aprendeu a secar antes de cair.

Talvez amanhã, talvez nunca. Mas hoje, eu só existo porque não se

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Os primeiros anos foram de luz. Ela e Eros — agora humano — construíram o que todo amor verdadeiro sonha: uma casa modesta, sorrisos lentos, o costume de se olhar como se o tempo não corresse. Eles não tiveram filhos de sangue, mas adotaram duas meninas, órfãs da guerra emocional do mundo moderno: Poliana e Monserrat As duas carregavam dores silenciosas e olhos desconfiados. Mas aos poucos, sob o calor do que os dois ofereciam, as meninas começaram a florescer. Risos voltaram àquela casa. Abraços. Contos de ninar. Eros contava histórias sobre estrelas que choravam quando os homens esqueciam como amar. E ela — agora mulher plena — costurava palavras doces no silêncio dos domingos.

Mas o mund

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Os dias passaram como se o tempo tivesse sido estilhaçado. Ela vivia, mas não estava viva. O mundo a tocava com superficialidade. Amigos, rotina, sol, tudo parecia ter perdido a nitidez desde que ele partiu. Desde que Eros se dissolveu em luz nos braços dela. Mas uma coisa ela mantinha junto ao peito: a flecha. Aquela que jamais fora lançada. O símbolo de um amor que desafiou o céu — e perdeu.

Na sétima noite após a partida, ela sonhou com ele. Ou talvez não fosse sonho.

A lua estava mais cheia do que nunca. O ar parecia conter memórias. E no reflexo do espelho, algo... mudou.

Ela virou-se. E ali, de novo, parado sob a mesma luz que os banhou na primeira vez — ele. Eros.

Mas ele não sorr

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A cabeça dela repousava contra a dele, como se o tempo tivesse parado para lhes permitir aquele instante que não deveria existir. O quarto estava imerso num silêncio denso, cortado apenas pela respiração entrecortada dos dois. Ele era quente. Real. E, ainda assim, havia algo de irreal nele — como se o próprio ar ao redor tremesse diante da presença de um ser que não deveria pisar na Terra.

Eros fechou os olhos. Seu peito — acostumado ao peso de séculos — doía.

— Eu não sei quanto tempo terei — sussurrou ele. — Cada batida do meu coração agora é uma afronta ao que fui.

Ela ergueu o olhar, os olhos ainda marejados.

— Você vai desaparecer?

— Talvez — respondeu, sincero. — O céu não tolera

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A cabeça dela repousava contra a dele, como se o tempo tivesse parado para lhes permitir aquele instante que não deveria existir. O quarto estava imerso num silêncio denso, cortado apenas pela respiração entrecortada dos dois. Ele era quente. Real. E, ainda assim, havia algo de irreal nele — como se o próprio ar ao redor tremesse diante da presença de um ser que não deveria pisar na Terra.

Eros fechou os olhos. Seu peito — acostumado ao peso de séculos — doía.

— Eu não sei quanto tempo terei — sussurrou ele. — Cada batida do meu coração agora é uma afronta ao que fui.

Ela ergueu o olhar, os olhos ainda marejados.

— Você vai desaparecer?

— Talvez — respondeu, sincero. — O céu não tolera

10

Ela sempre se perguntava por que o amor parecia fugir dela. Não importava o quanto se entregasse, o quanto tentasse entender o coração dos outros — no fim, era sempre deixada para trás. E naquela noite, pela enésima vez, ela chorava baixinho, com o rosto enfiado no travesseiro e a luz da lua escorrendo pela janela do quarto, como se até mesmo a noite tivesse pena dela.

O mundo lá fora continuava girando. As mensagens não respondidas, as promessas não cumpridas, os silêncios cada vez mais barulhentos. Ela sussurrou sozinha, com voz embargada: — Será que tem algo errado comigo?

Mas havia algo — ou alguém — que escutava.

Do outro lado do véu que separa os homens do eterno, uma presença paira

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