🥭 The B🍍g Meio ⭐

[Perdão pela colossalidadeKKKKK, ainda estou refinando a arte da escrita 🙏. Repostando de novo por motivos cósmicos]

The Big Meio… um “grandioso” nome, não‽ KKKKKKKKK!

É o nome do projeto que eu, Vol'umbra, junto do sr. Blunder, Mirage e Fatal iniciamos há uns três anos – lá em 2023 🪙. Atualmente, está prosperando como uma crescente comunidade artística em nosso Discord: germinando não só arte, mas efemérides, frutificando até mitopoese! E olha, ela resistiu bravamente a garoas e tempestades, eimKKKK. Nela, onde desenhos, músicas, estórias, geoficção, animações, personagens e até mitos se encontram num “jardim” de “tudo um muito” que nós, e os magníficos membros, geram e regeneram…

Por hoje, iremos focar na contextualização.

TL;DR (Muito longo; não leio):

Quatro nerds subverteram o apelido que ganharam em 2023 num projeto coletivo e artístico cheio de obras, filosofias, piadas internas e até lore própria, energizado de vontade de tornar o tal “meio” no “Meio” que sempre sonharam. Este textão conta como esse projeto emergiu, ruiu, foi reconstruído e continua florescendo junto de seus cultivadores 🌟!

Esmiuçamento:

Ou seja, iremos tentar entender a origem d’O Grande Meio, compreendendo seus quatro fundadores e, fundamentadores…‽ É tão atrelado que é complicado colocar o alfinete no “ponto certo” para inaugurarmos o destrinchar desse mural. MAS Vamos, tentarei o meu melhor para descrever todo o sentimento e essência dele! Então, por que não começamos do começo (sempre quis dizer isso em algo importante)‽

Foi uma vez; numa pueril época onde eu e meus três amigos éramos pessoas bem... ostracizadas, para dizer o mínimo – KKKKK, nada muito incomum até agora 🤷… e devaneávamos, cada um onde quer que estavisse, com um lugar, um medial lugar, que fosse ponte entre nós mortais, a arte, e outros co-devaneadores.

“The Big ‘Meio’”.

Esse suntuoso nome vem do apelido dado a nós nesse período de nosso primeiro ano do ensino médio – talvez, porque nossos lugares eram justamente no centro da sala, quem sabe.

Mas claro, o apelido original não era cunhado de forma carinhosa não...

“Esse meio aí” ou se preferir, “esse meão”,

virou um marcador social usado até pelos docentes para se referir a nós ou qualquer associado de maneira, surpreendentemente, pejorativa. Como pode algo assim ter se tornado tão ofensivo como faziam ser??? Não sei, sei que mesmo mudando de lugar ou o que fosse, o estigma permanecia.

'Tá, admito, deve ter marcado tanto por sermos os nerds 🤓🤏KKK (ainda somos né, hã)!

De qualquer forma, através do YouTuber Tinoco, que ouvia citar personalidades antigas de forma cômica – como “Big Plato” para Platão, “Big Alex” para Alexandre, o Grande –, eu vim a ter um lampejo, e engrandeci “Meio” para o querido “The ‘Big Meio’” – mais conhecido como “TBiM”.

Sim, seria esse “Meio” aquele onde iríamos plantar, geminar e colher nossa criatividade, nossa arte. Neste, que obteve tal ressignificação e que se tornou cada vez mais uma… subversão. Ele se gabaria como a gigante proposta coletiva de pintarmos um grande ateliê (parei com as gigantescas piadocaskeke)! E quando digo “um grande ateliê”, é metafórica e literalmente mesmo (sério, parei 🗿):

Monumental!

Helenista – devido a uma quantidade (a)normal de referências filosóficas principalmente gregas; Artístico – o foco é alcançarmos o pleno mecenato; Sublimativo – tornar seja cicatriz em identidade, seja formal em imersão, seja banal em épico; Medial – ser portfólio, ser praça, ser palco… ser O meio!

Seria o centro onde ilustrações, onde canções, onde jogos e o que for, se construiria junto de outros companheiros – sejam a alguns metros ou até quilômetros de proximidade:

Seria o “meio dos meios”.

KKKKK, pretensões utópicas e, realmente, juvenis… Mas firmes. Pelo menos, estamos trabalhando para serem. E elas, e este Meio não poderia ser discrepante com o desenvolvimento de… nós, “Pilares”.

Calma, não é arrogância ou mera pompakkkkk, mas faz parte da atmosfera, especialmente quando edificamos a base inteira do projeto sobre “nós”. “Sobre” nos dois sentidoskk, mas principalmente no de o plasmarmos conforme nossos sonhos de “um lugar que apoiaria artistas e artes, que seria envolvente e inovador”, ah, chega de redundância, que seria o Meio!

E vimos estas virtudes e seus conflitos nas primícias do TBiM: o 🔶🔸TBiM Prime🔸🔶, no fatídico ano de 2023.

Ensino médio começa!

E de repente, conheço Bugado, e ele conhece a mim, Paratópico. E em alguns curtos tempos depois, vem Le Punk, e entra para a party – “imagine tu, se visse uns anjos vindo falar com você do nada na calada da noite‽”, “meu, eu cago e jogo”, KKKKK! E ele nos apresenta Lionheart, e nós a ele.

E logo então, fizemos a primeira reunião. A primeira de muitas: Anagnórise, o “Reconhecimento”.

E aí, deslanchou, nascendo o server do TBiM e seu precioso mascote: Gelb, a Manga Ubá. E é uma manga chupada, não um pato, poxakkkkk, é estilização 🥭. Foram aproximadamente quatro meses de TBiM Prime, mas que pareceram uma eternidade. Conhecidos e conhecimento, reconhecimentos e desconhecido… Muitos projetos, muitas obras e, notadamente, muitas logomaquias.

Foi definitivamente memorável. Parecia até implacável!

Mas acabou.

Se encerrou num evento que os grandes antigos (vulgo eu) proclamam como Kionomaquia, a “Batalha dos Pilares” ⚔️.

Porém não ficou por isso. Reformulamos a ideia.

E houve o advento do novo e atual TBiM: 💫✨TBiM Oficial✨💫 (ainda no mesmo ano que houve o encerramento do Prime)! E até este agora está mudando, evoluindo para um… TBiM Reformado, num processo de Apocatástase, de “Restauração Total”: uma reforma infraestrutural. Foi aquele típico ciclo de concepção, glória e ruína que todo grupo passa, KKKK; qual está reiniciando ‘porraqui’. E nem o próprio TBiM Prime escapou disso, hoje sendo “A Residência”, um museu.

Mas e nós, os Pilares?

Obviamente, nós nos reformulamos também!

Seja em nome: Paratópico → Vol'umbra; Bugado → Blunder; Le Punk → Mirage; Lionheart/Alquimista → Gole Fatal;

Seja em corpo: Vol'umbra → o dândi antropomórfico de plástico, papel e tinta; Blunder → o absorto e abstruso humano com cara bugada ligado a todas as suas versões; Mirage → o homem imaginário, com fantasia por ele escorrendo e na mesma viajante; Gole Fatal → o construto humanoide com imponentes cicatrizes faciais que tudo registra, que tudo transmuta;

Seja em alma.

Mantemos funções como impulsionar, refinar e consolidar ideias – sejam nossas, dos membros ou de quem for – e ideais do TBiM. E os poderes, continuaram plenipotenciários e com uma simetria cada vez mais amigável – por mais que às vezes um acabe tomando mais a frente, né hehehe… Palingenesia! Mas sim, tivemos uma metanoia de nossa identidade como um todo. E continuaremos tendo.

Sem delongas: concebemos arquétipos 💪.

Assim como muitos membros conceberam e concebem – ou até são concebidos por outros; quiçá, até você! Pilar αʹ (1), Pilar βʹ (2), Pilar γʹ (3), Pilar δʹ (4)… Precentores, presbíteros, profetistas, poetistas, propedeutas e peregrinistas… Fundadores, moderadores, veteranos, membros registrados, autores, novatos e fãs… Ásteres, tornados estrelas pelo Catasterismo! KKKKKKK, é a hermética mitopoesia, não tem jeito. “A carruagem da” nomeação não pode parar!

Como diz Gole Fatal: “tudo é conteúdo” 🔥✍️.

Sim, e é como ele disse, e é como nós quatro acreditamos… Mas ah, demais técnicas, etimologias, funcionalidades e mais pormenores ficam para outro momento, oua; me empolgo muito com termos (ah, vá).

Enfim,

esse foi mais “narrativo”, eu seikkkk; queria os passar os “sentimentos sentidos”. Pera, se você os sentir daí, tão longe daqui, não seria isso uma literal telepatia? Bom, verá nas próximas vezes os frutos, já reais ou projetados disso – como o fractal que é! Sejam estes frutos os “jardineiros” deste “jardim”, seja o próprio “jardim” ou mesmo os “florófilos” como talvez você 🫵! Aqui neste Meio, rechaçado de como as coisas são trivializadas e rebuscando tudo que em meio a ele passa.

No fim, o que um dia foi apenas "esse meio aí" tornou-se O Grande Meio onde continuamos cultivando quem somos!

Posted Aug 18, 2026, 5:36 PM UTC

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